Publicado por: Marcos Palacios | Abril 13, 2009

Rótulos de cervejas antigas

 cerveja11No site designGráfico, uma coleção de rótulos de cervejas antigas. Possivelmente da coleção do Museu da Cerveja de Blumenau (SC).

Publicado por: Marcos Palacios | Dezembro 18, 2008

New York Magazine: recuperando “Estilo de Vida”

screenhunter_04-dec-18-0717New York Magazine é uma revista semanal que está entre as pioneiras do jornalismo baseado em “lifestlyle”. Com foco na cidade de New York, mas com uma cobertura ampla nacional e internacional, começou sua vida como um suplemento dominical do  New York Herald Tribune. Com o fechamento do jornal, em 1968, a revista adquiriu vida autônoma. O primeiro número está datado de 8 de abril de 1968.
Agora a coleção completa está disponível no Google Books.

Publicado por: Marcos Palacios | Dezembro 14, 2008

Revista Veja com arquivo integral na Web

screenhunter_25-dec-14-0607Algo para comemorar: a Revista Veja colocou para livre acesso na Web seu arquivo completo, da primeira edição (11/09/1968) às edições atuais, com paginação original. São mais de 350 mil páginas disponibilizadas.

Via Blog do Gjol

Publicado por: Marcos Palacios | Dezembro 10, 2008

Uma mina para publicidade antiga

screenhunter_18-dec-10-1851Todos os números da revista Popular Science, publicada entre 1870 e dezembro de 2006, estão disponíveis em versão integral e livre acesso no Google Books. E em cada número há uma profusão de publicidades de época, fazendo da coleção uma verdadeira mina para anúncios antigos.

Como esse aí acima, de 1917, vendendo um curso infalível para melhorar a Memória…

Publicado por: Marcos Palacios | Dezembro 10, 2008

100 mil memórias da história alemã

15913O Arquivo Nacional da Alemanha anunciou uma concessão à Wikipedia de 100 mil fotografias digitalizadas que correspondem a diferentes momentos históricos, desde 1860. A doação faz parte de um projeto que colocará à disposição dos cidadãos 11 milhões de fotografias para uso público.

Via Blog do GJOL

Publicado por: Marcos Palacios | Dezembro 6, 2008

Columbia Workshop: um marco na história do Rádio

logo-rnn-columbiaworkColumbia Workshop foi uma série radiofônica da Columbia Broadcasting System levada ao ar durante o período 1936 a 1943, com um breve retorno entre 1956-57 (acabo de fazer a correção na Wikipwedia, onde a informação estava errada). Durante sua existência, produziu centenas de dramatizações, com adaptações de obras clássicas como Alice no País das Maravilhas, Hamlet (produzido por Orson Welles e com sua participação) e Moby Dick; peças criadas especialmente para a série por autores da estatura de Aldous Huxley e Christopher Isherwood (como é o caso de Jacob´s Hands); documentários baseados em fatos reais; musicais e até óperas.
O Columbia Workshop é considerado um marco no estabelecimento de uma linguagem dramática radiofônica, funcionando como um verdadeiro Laboratório para vários experimentos radiofônicos. Destaque especial deve ser feito ao uso de trilhas sonoras especialmente compostas para as peças, efeitos sonoros e técnicas especialmente desenvolvidas com múltiplos microfones para a produção de sensações de envolvimento com a ação. Naquela época, cinco compositores clássicos estavam contratados pela CBS para produzir música especialmente para as diversas produções do sistema.
Algumas das peças originais estão disponíveis no Internet Archive.

E para quem realmente se interessar por dramatizações radiofônicas um verdadeiro must é o Boxcars 711 Old Time Radio Pod. Um inestimável tesouro para estudiosos da História do Rádio, com uma enorme seleção de peças de vários períodos e origens.

Outros links de interesse para aficcionados:

Old Time Radio Network

Old Time Radio Nostalgia

Old Time Radio

The Mercury Theater

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Publicado por: Marcos Palacios | Dezembro 4, 2008

O mais velho habitante do planeta?

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Em 1886, três tartarugas foram levadas para a ilha de St. Helena, no Atlântico Sul. Esta foto, tirada em 1900, mostra uma delas, de nome Jonathan. Pois segundo informações do Telegraph, Jonathan continua vivo, reside em uma palantação da residência oficial do governador da ilha e pode ser o habitante mais velho do planeta. Quando a foto foi tirada, a idade de Jonathan era de aproximadamente 70 anos.

Publicado por: Marcos Palacios | Novembro 30, 2008

Quando as Torres Gêmeas ainda eram apenas um projeto

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Na revista Popular Science, de abril de 1964, o projeto das Torres Gêmeas do Trade World Center de Nova Iorque era mostrado ao público como uma grande novidade.

A imagem vem do excelente blog Modern Mechanix.

Publicado por: Marcos Palacios | Novembro 14, 2008

O Primeiro Hard Disk de peso

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Sabe o que é isso que está sendo embarcado no avião?

Em setembro de 1956, a IBM lançou o 305 RAMAC, o primeiro computador com Hard Disk (HD). O HD pesava cerca de uma tonelada e tinha a incrível capacidade de armazenamento de 5 Mb.

Publicado por: Marcos Palacios | Novembro 9, 2008

São Paulo como foi vista um dia

Produzido em 1943 para exibição em cinemas, este filmete mostra São Paulo como era naqueles entonces, através dos olhos do U.S. Office of the Coordinator of Inter-American Affairs, órgão do governo norte-americano que tinha como missão promover “a amizade entre os países da América do Sul”. Na época, São Paulo ainda era a “segunda maior” cidade do Brasil, superada pelo Rio de Janeiro, antiga Capital Federal. É interessante notar que o locutor norte-americano, ao descrever a geografia brasileira, chama a cidade de Salvador de “Baía” e, ao falar da fundação da cidade de São Paulo, explica porque recebeu o nome Saint Paul “or São Paulo, as they call it in Brazil”.

As they call it in Brazil, indeed…

Publicado por: Marcos Palacios | Outubro 28, 2008

Um site comunista (de verdade!!)

Difícil de acreditar, mas há um canal no Youtube chamado Commie2008 que coleciona vídeos comunistas: propaganda maoísta, stalinista, marchas do Exército Vermelho, etc.  Quando visitei esta manhã havia 84 vídeos armazenados e mais de 400 favoritados…

Muito instrutivo e útil pelo valor histórico das peças ali preservadas, mas o difícil de acreditar é que para seus mantenedores não há nada de “histórico” em tudo aquilo: para eles o avanço do Comunismo é absolutamente Presente e Inevitável. Ou Histórico, com H maiúsculo… 

 

Publicado por: Marcos Palacios | Outubro 25, 2008

E se o mapa mais antigo que se conhece não for um mapa?


O mapa das ruas da cidade de Çatalhöyük, na região turca da Anatólia, foi desenhado em 6200 A.C.  É considerado uma das provas de que “os humanos sempre usaram mapas”. Encontrado como parte de pinturas em uma parede, nas escavações de uma casa nas ruínas da cidade turca, é considerado 2000 anos mais antigo do que o mais antigo sistema de escrita e 4000 mais antigo do que o mais antigo sistema alfabético. O mapa chega à perfeição de situar um vulcão em erupção, ao norte das casas de Çatalhöyük que supostamente representa.

Supostamente? 

Pois é… Como sempre surge alguém para contrariar teses que parecem bem estabelecidas, a arqueóloga Stephanie Meece, em seu artigo “A Bird’s Eye View – Of A Leopard’s Spots: The Çatalhöyük ‘Map’ and the Development of Cartographic Representation in Prehistory” (publicado no Anatolian Studies 56, 2006, pp. 1-16; texto integral aqui) coloca toda essa história em dúvida e sugere que o “mapa de Çatalhöyük” é algo muito mais simples e menos espetacular que o avô de todos os mapas: seria apenas um padrão decorativo, similar a outros que podem ser encontrados nas fachadas das casas da antiga  cidade. A junção do desenho do vulcão com a barra decorativa e a interpretação do conjunto como um “mapa” seria apenas produto de um “modo de olhar”.

Será que o mais antigo dos mapas é apenas uma consequência da nossa “cartocacoete”, a mania de enxergarmos mapas onde eles não existem? Algo similar à tendência que têm alguns místicos e fanáticos de visualizarem imagens de Nossa Senhora em escamas de peixe e batatas fritas, ou Cristos Crucificados em pinturas descascadas ou constelações austrais?  Cá entre nós, para minha “imaginação brasileira”, o padrão decorativo poderia até ser interpretado como um “jacaré“, com a boca para o lado esquerdo do desenho e a cauda para a direita. Juntando o vulcão na cabeça do bicho, teríamos “um jacaré de chapéu”…

Uma discussão completa do caso Çatalhöyük pode ser encontrada no excelente Making Maps: DIY Cartoghraphy, com abundante informação sobre a história e muitas imagens de antigos mapas, reais e imaginários.

Publicado por: Marcos Palacios | Outubro 15, 2008

Monstros em antigos jornais japoneses

 

A cinematografia japonesa de ficção científica é largamente associada com a criação de monstros e muitos deles fizeram sucesso mundial. Mas é curioso descobrir um outro espaço no qual, por um breve período, monstros dos mais variados tipos circularam e tiveram grande aceitação popular no Japão: os jornais nishiki-e, em meados da década de 1870. Eram jornais artísticos, produzidos através de técnicas de xilogravura, com notícias sensacionalistas, geralmente cobrindo escândalos e crimes hediondos, mas eventualmente contando também histórias fantásticas de aparições de monstros, fantasmas e outros acontecimentos insólitos. Os nishiki-e não duraram muito: o governo Meiji não gostou da larga difusão que estavam tendo essas publicações “não oficiais” e acabou com elas.

O Pink Tentacle reuniu uma coleção de várias das tais criaturas monstruosas.

Publicado por: Marcos Palacios | Outubro 14, 2008

Quando os trens faziam fumaça

Com 13 anos de idade, em 1946, o fotógrafo Jim Shaughnessy começou a fotografar trens. Pelos próximos 20 anos, ele correu atrás de trens em New England e Canadá, documentando o declínio do vapor e a ascenção das locomotivas diesel. Tudo em magnífico preto e branco.

Agora Shaughnessy está lançando um livro com seu trabalho. Um aperitivo de 12 belíssimas fotos estão em um artigo de Keith Axline, na Wired. Cada foto traz um trecho de uma entrevista do artista.

Publicado por: Marcos Palacios | Outubro 6, 2008

Laboratórios de Alquimia

No excelente bibliOdissey uma coleção de gravuras representando Laboratórios de Alquimia. São mais de 20 ilustrações, das mais sérias às charges e ilustrações de efeito satírico, produzidas entre os séculos XVI e XIX.

Publicado por: Marcos Palacios | Outubro 3, 2008

A fotografia foi inventada em Campinas?

Segundo a Wikipedia:

“A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Em 1835 Daguerre desenvolveu um processo usando prata numa placa de cobre denominado daguerreotipo. Apesar dos diversos pesquisadores que desenvolvem ao longo do século XIX a Fotografia, como indica o historiador Geoffrey Batchen em seu livro Burning with Desire, considera-se que a data de invenção da Fotografia é a data de apresentação do processo de Daguerre à Assembleia Nacional Francesa, em 7 de Janeiro de 1839.”

Como quase todas as criações tecnológicas complexas (avião, automóvel, sistema elétricos, televisão, etc) a fotografia tem muitos “inventores”, ou antes “pioneiros”. Na revista Pesquisa Fapesp Online, está publicada uma curiosa reportagem sobre um pouco conhecido pioneiro da fotografia, o francês Antoine Hercule Romuald Florence (1804-1879), que na vila de São Carlos (hoje cidade de Campinas), realizou experiências fotográficas na terceira década do século XIX e deve ser  contado entre os seus “inventores”.

Natural de Nice, Hercule Florence veio para o Brasil em 1824 e participou da expedição científica ao interior do país comandada por Georg von Langsdorf. O primeiro desenhista da expedição era Aimé Taunay, que morreu na aventura. Ao final da expedição, Hercule Florence casou-se e fixou-se em São Carlos, vila de residência da família de sua mulher. Construindo camaras obscuras e fazendo experimentos com impressão química, Hercule Florence acabou inventando uma fórmula química para fixação de imagens “pela luz”.

Suas foptografias iniciais era de etiquetas de farmácia, como a reproduzida acima e diplomas da maçonaria.

Vale a pena ler a matéria completa.

Publicado por: Marcos Palacios | Setembro 21, 2008

Digital Vaults: experiência interativa através da história

Entre os mais de 10 bilhões de registros sob a guarda do National Archives dos EUA (localizado em Washington DC), mais de 1.200 foram selecionados para criar o Digital Vaults, projeto do National Archives Experience: um web site que oferece uma experiência interativa através da história. Fotografias, imagens de documentos e textos digitalizados estão todos inter-relacionados em interfaces criativas, com o propósito de permitir ao público explorar os arquivos e o patrimônio documental do National Archives.
No painel principal, ao clicar em uma das imagens que compõem o mix de memórias, você descobre relações, conhece os personagens envolvidos, e ainda pode estabelecer filtros para encontrar documentos em um determinado período de tempo, o tipo de mídia, entre outros. Toda a pesquisa é feita por meio de tags. Além disso, pode-se criar a própria coleção on-line, manter uma lista de itens do que se for vendo enquanto navega, usar a memória visual para compor um pôster ou um filme.
Digital Vaults tem recebido muitos prêmios pelo cariz inovador com que trabalha os arquivos, do ponto de vista da arquitetura da informação e do design de interface. É de fato um projeto que merece todos os prêmios que vem colecionando desde que foi disponibilizado na web.

Via Jornalismo & Internet

Publicado por: Marcos Palacios | Agosto 30, 2008

Para lembrar o Titanic e outros desastres

Disaster Dioramas são desenhos dobráveis e montáveis, representando grandes desastres do passado. Produzidos por Spitefuls, já podem ser obtidos o Titatic e o Hindenburg. Outros virão.

Basta fazer o download (zip file 2MB), imprimir em papel de boa gramatura, dobrar e… Presto!

Grátis.

Publicado por: Marcos Palacios | Agosto 27, 2008

Uma raridade: Chaplin Barbeiro

Publicado por: Marcos Palacios | Agosto 8, 2008

Mapas satíricos da I Guerra Mundial

No sempre excelente BibliOdissey , uma coleção de mapas satíricos da I Guerra, retirados de diversas fontes.

Publicado por: Marcos Palacios | Julho 31, 2008

Os aposentos de Sherlock Holmes em Baker Street

Depois de ler as 60 histórias de Sherlock Holmes, o artista, infografista e fanático de Sherlock Holmes, Russel Stutler criou uma gravura reproduzindo em seus mínimos detalhes os aposentos do mais famoso detetive vitoriano, no 221B Baker Street de Londres.
Tudo que é mencionado nos escritos de Arthur Conan Doyle  aparece na gravura. Há uma versão indicando cada um dos objetos, além de várias opções de arquivo para quem quiser imprimir a gravura, em resolução de 300 dpi.
O quarto do Dr. Watson não aparece, pois ficava localizado acima, com acesso pelas escadas que se vêm à direita, na parte superior da gravura.
 
Publicado por: Marcos Palacios | Julho 25, 2008

Rede Globo: recuperando a memória

O site Memória Globo reúne informações relativas ao conteúdo produzido pela Rede Globo. Através de fotos, vídeos, depoimentos e verbetes informativos, o público tem acesso ao material exibido pela emissora desde a sua fundação, em 1965, até os dias atuais. Uma enorme quantidade fotos e vídeos, que certamente representam importante acervo para a recuperação da história da mídia no Brasil.
Além de acesso a perfis, depoimentos e cronologias do jornalismo, dramaturgia e entretenimento produzidos pela emissora, há também uma seção onde a Globo apresenta sua versão para casos polêmicos que marcaram a sua história: “Concessões de canais (1957 e 1962)”, “O caso Time-Life (1962-1971)”, “Proconsult (1982)”, “Comícios da Diretas Já (1983/84)”, “Debates entre Candidatos à Presidência (1989)” e “BNDES/ Setor de mídia (2004/2005)”, com enorme profusão de detalhes. No caso dos célebres debates entre candidatos à presidência (1989), todos os vídeos e entrevistas estão lá para consulta.

Via Blog do GJOL

Publicado por: Marcos Palacios | Julho 20, 2008

Homenagem a Dercy Gonçalves

Morreu ontem, aos 101 anos de idade, Dercy Gonçalves, um dos ícones do humor barsileiro. Ficam como homenagem do Dodô estas cenas de A Baronesa Transviada, filme de 1957.

Publicado por: Marcos Palacios | Julho 13, 2008

Paris como centro do Mundo

Um achado do Strange Maps: um raro exemplo de francês fazendo humor com eles mesmos. Publicado na revista Acteul, nos anos 80, ainda dos tempos da Cortina de Ferro.

O mapa (clique nele para ampliá-lo) foi reproduzido no livro de um autor sueco, Herman Lidquist (Rapporter från Mittens Rike), publicado em 1989.
Alguns pontos altos: Paris está (evidentemente) no centro do mundo e se liga diretamente com a Riveira Francesa, via uma Autoroute du Soleil, que passa por algumas “videiras” no Sul da França. “Our Princess” se refere a Carolina do Monaco e a Itália está indexada como “Tranque seu carro”. Ao norte de Paris praticamente não existe nada, a não ser “Inverno eterno”. A Grã-Bretanha é representada como “Área chuvosa”.  Quase toda a África é composta por “nossos (pobres) árabes” e “nossa África”. O pouco que sobra é a “África negra”. A Austrália (super-pequena) está marcada como “cangurus”. O Algarve português está indexado como ”faxineiras”. Na América do Sul só a Guyana está identificada e enormemente inflada. Toda ex-União Soviética é “Gulag”.
Seria muito curioso fazer um tratamento semelhante do mundo, a partir do ponto de vista brasileiro.

Publicado por: Marcos Palacios | Julho 4, 2008

Charges soviéticas anti-nazistas

Uma coleção de charges anti-nazistas produzidas na União Soviética durante a II Guerra.

Via Drawn

Publicado por: Marcos Palacios | Junho 27, 2008

Myriopticon: uma estranha forma de livro

Do Graphic Arts, da Princeton University, vêm as imagens desse estranho aparelho, publicado como um livro em 1822, por William Sams, Booksellers to his Royal Highness the Duke of York opposite the Palace, St. James Street. Trata-se de um “panorama”, uma série continua de gravuras cômicas, retratando figuras caricaturais de  estratos sociais britânicos. As imagens foram publicadas  como de autoria de Thomas Rowlandson (1757-1827), um dos maiores caricaturistas britânicos. O Graphic Arts levanta dúvidas quanto à autoria do trabalho, mas meu interesse aqui é puramente pelo formato…

Se você gostou e quiser usar um myriopticon interativo com cenas da Guerra Civil norte-americana, há um disponível, como parte da Mellon “Slavery and Civil War”  exhibit.

Quando criança, meu pai ensinou-me a fazer algo parecido, com uma caixa de sapatos, um “filme” feito com quadrinhos de gibis emendados e duas manivelas de arame. É claro que eu não sabia que o cineminha de caixa de sapato tinha um nome tão sofisticado…

Publicado por: Marcos Palacios | Maio 28, 2008

Jingles de rádio dos anos 40

No Rick Store há abundante material memorialista e saudosista. A coleção de jingles publicitários para rádio dos anos 40, acompanhados de imagens de anúncios impressos da mesma época, é absolutamente fantástica, pode ser baixada e guardada.

Sintonize Seu Rádio nos Anos 40.pps (1.2MB)
download

Publicado por: Marcos Palacios | Maio 21, 2008

Meias de nylon: 70 anos

Apesar de somente terem se tornado largamente disponíveis para o público a partir de 1940 o anúncio da invenção das meias de nylon está completando 70 anos. Para ser exato, o aniversário ainda está por vir, pois a notícia só foi divulgada no dia 27 de outubro de 1938 quando Charles Stine, vice-presidente da Du Pont Inc. anunciou a invenção do nylon.

A apresentação pública do produto, porém, não ocorreu para um grupo de cientistas, mas para para três mil mulheres na New York World’s Fair de 1939.
O nylon foi largamente utilizado pelas Forças Aramadas norte-americanas durante a Segunda Guerra, em paraquedas e outros artefatos usados pelas tropas, mas foram as meias de nylon que se tornaram o grande produto de rápida disseminação popular com base no novo material.

A sensualidade do novo produto fez com que ele rapidamente figurasse em cenas eróticas de filmes e capas de revistas pulp fiction. Um novo fetiche estava criado…


Hoje existem inclusive sites especializados na comercialização de vintage nylon stockings, que também marcam presença na Craiglist.
Haverá um revival?

Publicado por: Marcos Palacios | Maio 18, 2008

Postais amadores da Revolução Mexicana

“A principios del siglo XXI, Kodak introdujo las cámara con película de carrete, permitiendo que cualquier pudiera sacar sus propias fotos de forma sencilla; se desataba la fiebre de la postal, justo también en el momento en que en la frontera entre México y EEUU comenzaba a fraguarse una revolución. En 1910, la revolución mexicana era ya una realidad y una multitud de fotógrafos aficionados se lanzó a inmortalizar esa guerra sangrienta y, en algunos casos, transformando sus negativos en postales que luego ponían a la venta”.

O texto é do Project B, uma coleção de fotografias de época (que podem ser compradas online) e serve de introdução a uma série de postais da Revolução Mexicana.

Via Mangas Verdes

Publicado por: Marcos Palacios | Maio 14, 2008

José de Alencar e as Máquinas de Coser

“Dizem que o espírito da indústria tem despoetizado todas as artes, e que as máquinas vão reduzindo o mais belo trabalho a um movimento monótono e regular, que destrói todas as emoções, e transforma o homem num autômato escravo de outro autômato. Podem dizer o que quiserem; eu também pensava o mesmo antes de ver aquelas lindas maquinazinhas que trabalham com tanta rapidez, e até com tanta graça.”

Encontrei no the satis/fashion esta crônica de José de Alencar sobre Moda e Máquinas de Costura, publicada no Correio Mercantil. É, ele fazia Jornalismo de Moda em 1854.

Leiam a integra.

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