O dodó ou dodô (também chamado dronte) (Raphus cucullatus) era uma ave não-voadora com cerca de um metro de altura que vivia na ilha Maurícia, uma das ilhas Mascarenhas na costa leste da África. Comia frutas e nidificava no chão, mas acabou por ser extinto graças à ação do ser humano durante o processo de colonização da ilha.
O dodó não tinha medo das pessoas, o que, combinado com o fato de não voar, fez dele uma presa fácil para os humanos. Os primeiros colonos da ilha foram os portugueses, que chegaram em 1505. O nome dodó provavelmente tem origem no aspecto desajeitado destas aves; por isso, os portugueses os batizaram de “doudos”, ou seja “doidos”. O dodó era uma excelente fonte de alimentação, pesando cerca de 16 quilos. Os dodós adultos foram caçados, mas esta não foi a única ameaça que passaram a enfrentar. Quando os humanos chegaram, trouxeram consigo outros animais, como porcos, ratos e macacos, que destruíam os ninhos do dodó. O último dodó foi morto em 1681, e não foi preservado nenhum espécime completo, apenas uma cabeça e um pé (o que restou dum espécime num museu na Inglaterra após um incêndio).
Fonte: Wikipedia
Muito interessante.
Desde épocas remotas, a falta de consciência já existia. =D
Adorei o blog!
Por: Erica em abril 18, 2010
às 2:28 pm
Olá Marcos, meu nome é Karine Serezuella e gostaria de enviar a você um informativo de abertura do edital RUMOS LITERATURA 2010-2011 do Itaú Cultural, contendo o tema, prazos, prêmios e demais características do edital. Para tanto, por favor, me forneça o seu e-mail. Muito obrigada.
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Por: Karine Serezuella em junho 28, 2010
às 11:47 am